Um gajo sabia que ia ser complicado, da mesma forma que seria convencer a Nereida a tapar as mamas, ou a Amy Winehouse a deixar os copos, mas poças pah, fica aquela sensação de faltarem 5cêntimos para um gajo comprar tabaco.
sábado, 21 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
Requisitos bazofiais...
Epah, o verão está aí e um gajo ainda está amarelo e flácido comó caraças, sem coragem nenhuma para ir à praia, e sem correr o risco de ser confundido com uma prostituta que só lhe falta apanhar hepatite z para se sentir realizada profissionalmente, porque isto de aparecer em forma no verão, tem o que se lhe diga, e é preciso ir ao ginásio e fazer uma tatuagem que dê um bom tema de conversa com as gajas, estilo os ex-combatentes do vietname, que tinham mais cicatrizes com histórias para dar tangas, que os episódios dos morangos com açúcar, o que fazia deles gajos com movimentos estilosos e tons de voz tipo o Ricardo Quaresma no anúncio da TMN, quando diz "espero que gostes amigo, um abraço", porque hoje em dia um gajo que não tenha um destes requisitos, é porque andou na catequese e não tem músculos nenhuns, e lá se vai o sucesso com as gajas mais boas.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Por falar em poo poo...
Num destes dias, reparei que também existe uma rúbrica tipo tertúlia cor-de-rosa no bom dia Portugal, da RTP1. Em quase tudo é parecida com a rúbrica da SIC, até no facto de ser comentada por um cagalhão, o Carlos Castro.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
The busy worker is a happy worker...
Tenho andado um bocado ocupado, porque arranjei trabalho e passo dias perdido no gabinete, tal não é o labirinto formado por paredes de dossiers e papelada em geral. Assim que conseguir fixar o caminho de ida e volta para a secretária sem utilizar migalhas de pão, volto para contar. Entretanto, podem injuriar-me como diversão, que é uma coisa gira e fácil de se fazer, através de comentários insultuosos e constrangedores sobre a minha pessoa. À falta de ideias, enviem um sms para o 4545 com a palavra “insulto”. Abraçinhos.
sábado, 8 de março de 2008
Título...
Hoje tive que desenrascar-me como pude, isto porque às vezes um gajo depara-se com cada decisão para tomar, que mais parece uma bomba em contagem decrescente, com fios de todas cores, em que apenas um serve para desactivar, então vai pela cor do clube e lixa-se, porque aquilo não é pelas cores, que eu já reparei nos filmes, que é pela transpiração do fulano e pelo corte do fio a um ou dois segundos do final da contagem, caso contrário, não desactiva e explode por todos os lados, menos para o lado do Gastão, que é o primo sortudo do pato Donald, e que tem sorte suficiente para engatar uma indiana, raspar-lhe o sinal da testa e sair-lhe um automóvel, porque há gajos com muita sorte e outros com tanto azar, que é o meu caso, e que até já tentei convencer algumas gajas a namorar com o meu azar, porque os gajos quando começam a namorar desaparecem e tornam-se mais ocupados ou lá o que é, mas ainda não consegui.
domingo, 2 de março de 2008
Vozes do GPS...
Os tipos que fazem os GPSs são tramados. À força querem parecer a um gajo, que viaja na companhia de uma super-modelo, que tem uma voz sensual e que sabe de estradas como ninguém. E mais sabem eles, que a voz pode perfeitamente pertencer a uma gaja com bigode e trezentos quilos no lombo. Mas fazem-nos crer que as gajas são burras e que mandam bacuradas do estilo “saia na saída” ou “mantenha-se à direita”, quando um gajo circula pela esquerda. Tudo para nos iludirmos na tanga das super-modelos, que como toda a gente sabe, distinguem-se acerrimamente pela gajicite crónica, que é uma doença que diminui a vontade de aprender e consequentemente, provoca a atrofia cerebral. Os sintomas mais comuns são conversas desinteressantes e pouco atractivas, onde o assunto predominante é falar mal de alguém. Muitas das vezes, de outras gajas que se dizem amigas.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Baton do cieiro...
Um gajo quando é sensível, só pensa em merdas existenciais. Isto porque utilizo baton do cieiro e uma amiga minha, que me ganha na PS2 com o comando mais fatelo, disse-me que era uma cena de gays e eu fiquei a pensar, porque já não sei se uso baton do cieiro porque sou gay, ou porque quero apenas hidratar os lábios, inclusive já procurei a resposta nas perguntas frequentes do site da labello e nos configuradores do melhor baton para ele ou para ela, mas o site está em inglês e eu de inglês não percebo nada, porque o que sei é dos filmes, que é qualquer coisa como “hasta la vista baby” e pouco mais. Então amanhã vou escrever para a revista maria: “uso baton do cieiro, serei gay?!” e mandar um mail com a dúvida ao Júlio Machado Vaz, que é um gajo entendido em sexualidades, e que dá explicações de pilas e clitóris, como quem dá receitas de bolos de chocolate. E quem lê isto até ao fim, é parvo.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Vai-se andando...
Impressionante como tentamos mentir a nós próprios. Fazemo-lo com todos os dentes, que não são poucos, uns trinta e um e meio, pois há sempre aquele “saca caricas” que se vai gastando mais, e um gajo quando é macho à decima cerveja já abre e bebe cervejas como um robot de solda da auto-europa, e no dia seguinte arrepende-se e promete a ele próprio que não volta a acontecer, mas uns dias mais tarde já lá está novamente a empapar o figado, em cima do balcão, a dançar a última do Justin Timberlake. Da mesma forma, pensa que não é aquela gaja que o consegue enfraquecer, e tranca-se no quarto a chamar-lhe os nomes mais ordinários que lhe vier à cabeça, e põe-se a imaginar a gaja a cagar, naquela de consciencializar-se que não é definitivamente uma gaja para ele, mas ao primeiro convite para ir comprar um abajur ao IKEA, lá está ele. Promete arranjar um novo emprego, porque o que tem é cansativo e ganha mal, até responde ao primeiro anúncio, mas logo a seguir está no café a lamentar com o gajo do lado, que não conhece de lado nenhum, a nova lei do despedimento colectivo com justa causa e que assim não dá, e não há condições. E o que é certo é que por vezes é mais fácil a mentira que nos consola do que a verdade que nos fere, e deste modo, cá vamos andando do jeito que deus quer. E com esta me vou. Combinei ver um filme qualquer, quase de certeza, com o Hugh Grant.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Pants man...
Mas que pedagogia sobre merda. A primeira vez que vi nem quis acreditar. É uma espécie de treino em sanitas para crianças, mas com a mensagem de que é divertido fazer wee wee e poo poo, e onde toda a gente sai satisfeita. A estupidez tem limites. Estes fanáticos dos japoneses é que ainda não os encontraram.
